Requisitos para a doação de plaquetas
1) Boas condições de saúde
2) Idade: entre 18 e 60 anos
3) Peso mínimo 50kg
4) Evitar alimentação gordurosa e bebida alcoólica, pelo menos até 12h
antes da doação. Não é necessário jejum
5) Sono: no mínimo 6 horas antes da doação
6) Apresentar RG ou documento equivalente
7) Medicamentos: evitar uso de antiinflamatórios (ácido acetil salicílico,
diclofenaco)
8) Disponibilidade de horário na data da doação e telefone para contato
9) Contagem de plaquetas antes de a doação ser efetuada.
10) Doador AB0 compatível
quarta-feira, 24 de março de 2010
Doação de Plaquetas!
Doação de plaquetas
O sangue é responsável pelo transporte de substâncias vitais para todos os
órgãos do corpo. O mais importante é o oxigênio, carregado pela hemoglobina.
O sangue é composto de plasma, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e
plaquetas.
A função das plaquetas
As plaquetas são componentes do sangue fabricados pela medula óssea
responsáveis pela coagulação, ou seja, têm como principal função coibir os
sangramentos. O paciente que não produz plaquetas devido a uma doença da
medula óssea, ou ao uso de medicações que inibam sua produção, ou
desenvolvam alguma doença em que o funcionamento das plaquetas é precário
corre risco de hemorragia, que pode levar à morte se não for feita uma
transfusão plaquetária.
A plaquetopenia é o resultado de uma produção ineficaz de plaquetas, que
pode ser conseqüência do tratamento quimioterápico ou do transplante de
medula óssea. Por não possuírem plaquetas, esses pacientes podem apresentar
sérios sangramentos e, por isso, precisam receber transfusões freqüentes de
plaquetas até que o organismo se recupere do tratamento e passe a produzir
suas próprias células coagulantes.
A doação de plaquetas
Há duas formas de coleta de plaquetas: a coleta habitual e a coleta por
aférese.
Na coleta habitual, é retirada uma quantidade padrão de sangue: cerca de
450ml. Após a coleta, a bolsa de sangue é encaminhada para o fracionamento,
onde é separada em 4 componentes: concentrado de hemácias, plasma, plaquetas
e crioprecipitado (fatores de coagulação). As plaquetas são armazenadas a
uma temperatura de 20 a 24 °C, sob agitação constante por 3 a 5 dias.
A aférese (palavra grega que significa separação) é o processo que permite
separar plaquetas do sangue. Através dele o sangue retirado da veia de um
braço passa por um equipamento especial que retém cuidadosamente parte das
plaquetas para ser devolvido, em seguida, à veia do mesmo braço. O doador
senta em uma cadeira ao lado de um aparelho de separação de sangue. Após a
introdução da agulha, seu sangue começa a passar, por meio de um tubo
plástico, para a máquina, que separa seus componentes por centrifugação e
coleta só as plaquetas. Durante a aférese, passam por esse circuito de 4.000
a 5.000ml de sangue, ou seja, mais da metade do total de sangue do corpo.
Cerca de 30 mil plaquetas são coletadas nesse processo. Ao mesmo tempo, o
sangue que sobra, glóbulos vermelhos e plasma, retorna ao corpo do doador. O
processo leva, em média, de 1 a 2 horas.
O concentrado de plaquetas coletado pode ser mantido em estoque, no máximo,
por cinco dias. Embora a medula óssea do doador faça a reposição das
plaquetas em 72 horas, o agendamento para a doação de plaquetas de uma mesma
acontece com um intervalo de duas semanas. A doação de plaquetas por
aférese é segura, não oferece risco ao doador, pois todo o material é
estéril, individualizado e descartável. Os efeitos adversos são raros e,
quando ocorrem, são reportados como sensação de "friagem", tremor,
hipotensão ou ansiedade.
A vantagem da aférese é que o volume coletado por esse processo é maior,
beneficiando um maior número de receptores e tornando a procura por doadores
menos exaustiva aos bancos de sangue.
O sangue é responsável pelo transporte de substâncias vitais para todos os
órgãos do corpo. O mais importante é o oxigênio, carregado pela hemoglobina.
O sangue é composto de plasma, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e
plaquetas.
A função das plaquetas
As plaquetas são componentes do sangue fabricados pela medula óssea
responsáveis pela coagulação, ou seja, têm como principal função coibir os
sangramentos. O paciente que não produz plaquetas devido a uma doença da
medula óssea, ou ao uso de medicações que inibam sua produção, ou
desenvolvam alguma doença em que o funcionamento das plaquetas é precário
corre risco de hemorragia, que pode levar à morte se não for feita uma
transfusão plaquetária.
A plaquetopenia é o resultado de uma produção ineficaz de plaquetas, que
pode ser conseqüência do tratamento quimioterápico ou do transplante de
medula óssea. Por não possuírem plaquetas, esses pacientes podem apresentar
sérios sangramentos e, por isso, precisam receber transfusões freqüentes de
plaquetas até que o organismo se recupere do tratamento e passe a produzir
suas próprias células coagulantes.
A doação de plaquetas
Há duas formas de coleta de plaquetas: a coleta habitual e a coleta por
aférese.
Na coleta habitual, é retirada uma quantidade padrão de sangue: cerca de
450ml. Após a coleta, a bolsa de sangue é encaminhada para o fracionamento,
onde é separada em 4 componentes: concentrado de hemácias, plasma, plaquetas
e crioprecipitado (fatores de coagulação). As plaquetas são armazenadas a
uma temperatura de 20 a 24 °C, sob agitação constante por 3 a 5 dias.
A aférese (palavra grega que significa separação) é o processo que permite
separar plaquetas do sangue. Através dele o sangue retirado da veia de um
braço passa por um equipamento especial que retém cuidadosamente parte das
plaquetas para ser devolvido, em seguida, à veia do mesmo braço. O doador
senta em uma cadeira ao lado de um aparelho de separação de sangue. Após a
introdução da agulha, seu sangue começa a passar, por meio de um tubo
plástico, para a máquina, que separa seus componentes por centrifugação e
coleta só as plaquetas. Durante a aférese, passam por esse circuito de 4.000
a 5.000ml de sangue, ou seja, mais da metade do total de sangue do corpo.
Cerca de 30 mil plaquetas são coletadas nesse processo. Ao mesmo tempo, o
sangue que sobra, glóbulos vermelhos e plasma, retorna ao corpo do doador. O
processo leva, em média, de 1 a 2 horas.
O concentrado de plaquetas coletado pode ser mantido em estoque, no máximo,
por cinco dias. Embora a medula óssea do doador faça a reposição das
plaquetas em 72 horas, o agendamento para a doação de plaquetas de uma mesma
acontece com um intervalo de duas semanas. A doação de plaquetas por
aférese é segura, não oferece risco ao doador, pois todo o material é
estéril, individualizado e descartável. Os efeitos adversos são raros e,
quando ocorrem, são reportados como sensação de "friagem", tremor,
hipotensão ou ansiedade.
A vantagem da aférese é que o volume coletado por esse processo é maior,
beneficiando um maior número de receptores e tornando a procura por doadores
menos exaustiva aos bancos de sangue.
Um pouco do sofrimento quando se tem Leucemia.
Após a cirurgia, fui para a máquina para a tal retirada, que durou quatro horas. Meu sangue passou por esta máquina quatro vezes. Conseguimos um saquinho de células-tronco, o que foi muito bom, acima do esperado. Fiquei mais alguns dias no hospital de para não voltar a infecção. Logo após, obtive com sucesso a tão esperada alta.
Obs.Esse e um dos momento que passamos quando fomos diagnosticados com Leucemia, esse rapaz hoje e formado e obteve a cura.
Espero que eu consiga tb.
Preciso com urgencioa de doadores de sangue e plaquetas.
Obs.Esse e um dos momento que passamos quando fomos diagnosticados com Leucemia, esse rapaz hoje e formado e obteve a cura.
Espero que eu consiga tb.
Preciso com urgencioa de doadores de sangue e plaquetas.
continuação depoimentos Abrale
Na chegada, fui recebido pelo meu pai e fui levado para sua casa para repousar um pouco, enquanto minha mãe e minha tia foram para a casa do Tio Antonio e da Tia Antonieta. Almocei e fui ao hospital conhecer a minha médica, a dra. Katiana. Sem fantasias, ela nos atendeu com um ríspido oi, mandou o pedido de internação e mandou que fosse feita uma biópsia do ilíaco. Logicamente, eu, aos prantos no colo da minha tia Lu, comecei a me acalmar. Finalmente, após alguns minutos, fomos para o quarto, onde fui instruído sobre o básico e necessário da minha doença (LMA M3) e sobre a única coisa que interessava: tinha cura.
Catéter
No meu “quarto”, entrou uma enfermeira simpática, a Arlete, que logo colocou um cateter de Gelco e me ministrou um remédio em forma de amendoim, o Atra. E foi assim que começou. Depois, fiz a biópsia. E o tempo ia passando. As pessoas vinham me visitar, me dar força.
Fazia exames de sangue periodicamente e ia passear. Foi um mês que passou rapidamente e logo tive que ir a uma consulta com o meu médico mais simpático, um amor de pessoa, o dr. Ricardo Pasquini. E nesta consulta, ele foi um doce. Vocês precisam ver a simpatia, humildade e humanidade de tal ser. Sem rodeios, foi decidido que eu começaria a quimio no dia 18.
Infecção
E com a queda das células, foi-se o meu cabelo também e eu peguei uma infecção, uma das graves, um tal de Acinecto bacter balmae. Fiquei quatro dias de cama, sem comer nada e com uma dor terrível. Após toda essa confusão de infecção, meus médicos insistiram para que eu colocasse outro catéter, sendo que aquele tinha sido retirado para a redução de foco de infecção. Eu iria colocar um tal de Quinton (acho que é assim que se escreve), que serviria posteriormente para a coleta de células-tronco. Fui para o famoso CC e desta vez foi muito mais legal, pois conheci meu anestesista preferido para sempre, o dr. Alencar. Ficamos um tempão conversando, muito gente fina ele, que me ajudou a afastar o estresse.
Catéter
No meu “quarto”, entrou uma enfermeira simpática, a Arlete, que logo colocou um cateter de Gelco e me ministrou um remédio em forma de amendoim, o Atra. E foi assim que começou. Depois, fiz a biópsia. E o tempo ia passando. As pessoas vinham me visitar, me dar força.
Fazia exames de sangue periodicamente e ia passear. Foi um mês que passou rapidamente e logo tive que ir a uma consulta com o meu médico mais simpático, um amor de pessoa, o dr. Ricardo Pasquini. E nesta consulta, ele foi um doce. Vocês precisam ver a simpatia, humildade e humanidade de tal ser. Sem rodeios, foi decidido que eu começaria a quimio no dia 18.
Infecção
E com a queda das células, foi-se o meu cabelo também e eu peguei uma infecção, uma das graves, um tal de Acinecto bacter balmae. Fiquei quatro dias de cama, sem comer nada e com uma dor terrível. Após toda essa confusão de infecção, meus médicos insistiram para que eu colocasse outro catéter, sendo que aquele tinha sido retirado para a redução de foco de infecção. Eu iria colocar um tal de Quinton (acho que é assim que se escreve), que serviria posteriormente para a coleta de células-tronco. Fui para o famoso CC e desta vez foi muito mais legal, pois conheci meu anestesista preferido para sempre, o dr. Alencar. Ficamos um tempão conversando, muito gente fina ele, que me ajudou a afastar o estresse.
continuação depoimentos Abrale
algum tempo, ele disse que poderiam ser muitas coisas. Não as citou, eu insisti, mas mesmo assim, com muita ética, preferiu não palpitar e simplesmente assim, na lata, tascou um aspirado de medula para daqui a pouco. Mandou a gente esperar na sala, que ele prepararia os materiais e terminaria de atender a alguns pacientes. Na sala de espera, estavam minha avó, que até hoje não sei como ficou sabendo onde e como eu estava lá, meu avô, meu tio Junior, minha tia Lucyelena, minha mãe, Rogério, e eu, nervoso que só, aos prantos por ter que fazer o tal exame no esterno.
Bem, na hora do exame foi aquela tensão. Entrei em uma salinha, tirei minha camiseta, que já estava encharcada, tomei anestesia. Tiraram um sangue espesso e escuro e fizeram o curativo. Fui para casa e o médico me disse que ligaria por volta das 15h.
Arrumando a mala
Arrumando a mala
Fiquei em casa sem os minutos passarem. Às 15h em ponto, todos lá, um olhando pra cara do outro, esperando aflitamente o telefonema. Se outro alguém ligava, era tratado com certa rispidez. Às 16h, minha mãe recebeu o telefonema e foi orientada a ir sozinha. Quando voltou, uma hora depois, pediu para que eu arrumasse minha mala sem perguntar nada a ela. Neste momento, eu já desconfiava. Tempos depois, ela me contou por cima e fez alguns contatos por telefone. Ela conseguiu um médico em Curitiba. Liguei para alguns amigos, para a coordenadora do colégio e minha psicóloga para dizer que não iria freqüentar mais as aulas.
Bem, na hora do exame foi aquela tensão. Entrei em uma salinha, tirei minha camiseta, que já estava encharcada, tomei anestesia. Tiraram um sangue espesso e escuro e fizeram o curativo. Fui para casa e o médico me disse que ligaria por volta das 15h.
Arrumando a mala
Arrumando a mala
Fiquei em casa sem os minutos passarem. Às 15h em ponto, todos lá, um olhando pra cara do outro, esperando aflitamente o telefonema. Se outro alguém ligava, era tratado com certa rispidez. Às 16h, minha mãe recebeu o telefonema e foi orientada a ir sozinha. Quando voltou, uma hora depois, pediu para que eu arrumasse minha mala sem perguntar nada a ela. Neste momento, eu já desconfiava. Tempos depois, ela me contou por cima e fez alguns contatos por telefone. Ela conseguiu um médico em Curitiba. Liguei para alguns amigos, para a coordenadora do colégio e minha psicóloga para dizer que não iria freqüentar mais as aulas.
Depoimentos Abrale
Picelli Cordeiro
Quero compartilhar com vocês um momento tão importante da minha vida que drasticamente mudou, me mudou e mudou a todos.
Minha vida estava um pouco desestruturada, estresse passageiro, coisa de adolescente histérico. Básico. Sei lá, estava um pouco com frescurite, como diz a minha tia Lucyelena. No dia 18 de junho de 2003, fui muito feliz ao dentista, fazer uma limpeza no meu aparelho. Fiz uma bela de limpeza e sangrei um “pouquinho”.
Neste pouquinho, eu fui para casa. Não parava de sangrar, normal, como dizia meu dentista André, que alias é um profissional excelente, que me prestou seus serviços com muita humanidade. Mas a minha boca sangrava a ponto de encharcar meu lençol e travesseiro.
Domingo, dia 20. Acordei com um “banho”. Minha mãe, como é muitíssimo tranqüila, ficou apavorada e ligou para meu médico, o dr. Fausto (clínico-geral e homeopata). Ele pediu para que pressionássemos o local do sangramento. Resultado: parou a hemorragia.
“É leucemia, igual à novela, a Camila”
Terça, dia 22. Começam a aparecer hematomas, inchados e muito roxos, algumas pessoas da sala brincam: “É leucemia, igual à novela, a Camila...”
Quinta, dia 24. Marquei com o dr. Fausto, mas sem medo de nada, afinal, eram só hematomas de estresse. Ele me examinava e, em uma hora, nos disse para procurar um hematologista e fazer um hemograma completo. À tarde, fui fazer o tal exame morrendo de medo da agulha. Fui para casa, minha mãe marcou um horário com o dr. Marcos Paula e ficamos em casa, um pouco tensos, mas no fundo calmos. Bem no fundo.
Sexta, dia 24. Fomos à clinica do dr. Marcos. Lá, eu brinquei com a minha mãe por causa de uma tabela de preços que havia na entrada, preços de biópsias, aspirado de medula entre outros. Entramos no consultório eu, minha mãe e minha tia (sempre perto para me dar força e confiança).
Ele olhou os hematomas.
Quero compartilhar com vocês um momento tão importante da minha vida que drasticamente mudou, me mudou e mudou a todos.
Minha vida estava um pouco desestruturada, estresse passageiro, coisa de adolescente histérico. Básico. Sei lá, estava um pouco com frescurite, como diz a minha tia Lucyelena. No dia 18 de junho de 2003, fui muito feliz ao dentista, fazer uma limpeza no meu aparelho. Fiz uma bela de limpeza e sangrei um “pouquinho”.
Neste pouquinho, eu fui para casa. Não parava de sangrar, normal, como dizia meu dentista André, que alias é um profissional excelente, que me prestou seus serviços com muita humanidade. Mas a minha boca sangrava a ponto de encharcar meu lençol e travesseiro.
Domingo, dia 20. Acordei com um “banho”. Minha mãe, como é muitíssimo tranqüila, ficou apavorada e ligou para meu médico, o dr. Fausto (clínico-geral e homeopata). Ele pediu para que pressionássemos o local do sangramento. Resultado: parou a hemorragia.
“É leucemia, igual à novela, a Camila”
Terça, dia 22. Começam a aparecer hematomas, inchados e muito roxos, algumas pessoas da sala brincam: “É leucemia, igual à novela, a Camila...”
Quinta, dia 24. Marquei com o dr. Fausto, mas sem medo de nada, afinal, eram só hematomas de estresse. Ele me examinava e, em uma hora, nos disse para procurar um hematologista e fazer um hemograma completo. À tarde, fui fazer o tal exame morrendo de medo da agulha. Fui para casa, minha mãe marcou um horário com o dr. Marcos Paula e ficamos em casa, um pouco tensos, mas no fundo calmos. Bem no fundo.
Sexta, dia 24. Fomos à clinica do dr. Marcos. Lá, eu brinquei com a minha mãe por causa de uma tabela de preços que havia na entrada, preços de biópsias, aspirado de medula entre outros. Entramos no consultório eu, minha mãe e minha tia (sempre perto para me dar força e confiança).
Ele olhou os hematomas.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Doação de Plaquetas!
Preciso com urgencia, de varios doadores de plaquetas e sangue, quem puder entre em contato comigo.
Fico grata, salve vidas inclusive a minha!!!!!!!
Fico grata, salve vidas inclusive a minha!!!!!!!
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