Boa noite!
Hoje muito feliz,palestra com alunos do colegio Saint Michel,fizeram perguntas,
me elogiaram ,fiquei na verdade emocionada.Jovens tao interessados em saber sobre
a doação de Medula Ossea.
A palestra valeu para que eu continue fazendo esse trabalho, divulgando a cada dia mais, a importancia da divulgação sobre Medula Ossea.
Minha filha Raphaella estuda nessa escola, me orgulha muito, saber que minha filha esta no caminho certo, no caminho da solidariedade.
Adorei, Que Deus abençoe esses alunos...
sexta-feira, 23 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
Qualidade de Vida !
Qualidade de vida e bem-estar são essenciais não só para todas as pessoas, evidentemente, mas daremos aqui realce à qualidade de vida de pacientes com câncer, porque consideramos estes elementos como fundamentais.
Tenha em mente que nenhum tratamento irá funcionar se você não abandonar seus vícios, a começar pelo cigarro.
2. Alimente-se em pequenas quantidades a cada três horas e mastigue o alimento o mais devagar possível.
3. Se o médico autorizar, faça alguma atividade física com freqüência, por exemplo, três vezes por semana. A regularidade traz mais benefícios à saúde do que a intensidade da atividade física.
3. Evite se expor a situações que causem estresse ou nervosismo. Em situações de como estas, experimente bocejar e espreguiçar.
4. Dedique pelo menos alguns minutos do dia à meditação e ao relaxamento. Escolha um local silencioso, sente-se numa posição confortável e se esqueça da vida.
5. Faça elogios com mais freqüência. Essa tática funciona como um ímã e faz com que todos queiram estar a seu lado.
6. Seja paciente com seu corpo.
7. Procure criar situações simples que permitam relaxar. Por exemplo, olhar para o céu com atenção, observar algum animal ou passarinho.
8. Reclamar da vida não ajuda em nada e acaba gerando estresse a você a às pessoas que estão à sua volta.
9. Seja otimista. Lembre-se de que todas as crises são passageiras e que os obstáculos existem para serem superados
Tenha em mente que nenhum tratamento irá funcionar se você não abandonar seus vícios, a começar pelo cigarro.
2. Alimente-se em pequenas quantidades a cada três horas e mastigue o alimento o mais devagar possível.
3. Se o médico autorizar, faça alguma atividade física com freqüência, por exemplo, três vezes por semana. A regularidade traz mais benefícios à saúde do que a intensidade da atividade física.
3. Evite se expor a situações que causem estresse ou nervosismo. Em situações de como estas, experimente bocejar e espreguiçar.
4. Dedique pelo menos alguns minutos do dia à meditação e ao relaxamento. Escolha um local silencioso, sente-se numa posição confortável e se esqueça da vida.
5. Faça elogios com mais freqüência. Essa tática funciona como um ímã e faz com que todos queiram estar a seu lado.
6. Seja paciente com seu corpo.
7. Procure criar situações simples que permitam relaxar. Por exemplo, olhar para o céu com atenção, observar algum animal ou passarinho.
8. Reclamar da vida não ajuda em nada e acaba gerando estresse a você a às pessoas que estão à sua volta.
9. Seja otimista. Lembre-se de que todas as crises são passageiras e que os obstáculos existem para serem superados
Leucemia Bifenotipica
Uma pequena parcela de pacientes com leucemia aguda têm marcadores morfológicos, citoquímicos e imunofenotípicos que mostram duas linhagens diferentes nos blastos: a linhagem mielóide e a linhagem linfóide. Essa leucemia é chamada de leucemia bifenotípica, isto é, que tem dois fenótipos.
Os marcadores estão expressos nos blastos, geralmente em mais de uma linhagem e a leucemia pode ter início nas células que ainda não se diferenciaram, isto é, antes de se diferenciar em linfóide ou mielóide. A causa para essa ocorrência ainda não é conhecida.
As leucemias bifenotípicas parecem ser mais comuns nos pacientes com síndrome mielodisplásica prévia, leucemias secundárias, leucemias associadas a translocação (tipo de mutação cromossômica na qual ocorre a relocação de um fragmento de cromossomo em outra posição no genoma) e o cromossomo de Filadélfia (Ph).
As síndromes mielodisplásicas constituem um grupo de distúrbios sangüíneos clonais, isto é, que têm o mesmo patrimônio genético.
Ainda não há nenhum tratamento específico para a leucemia bifenotípica, mas a maioria dos oncologistas utiliza um protocolo híbrido para leucemia mielóide na indução e linfóide na manutenção com o intuito de destruir a maioria dos clones malignos.
Os marcadores estão expressos nos blastos, geralmente em mais de uma linhagem e a leucemia pode ter início nas células que ainda não se diferenciaram, isto é, antes de se diferenciar em linfóide ou mielóide. A causa para essa ocorrência ainda não é conhecida.
As leucemias bifenotípicas parecem ser mais comuns nos pacientes com síndrome mielodisplásica prévia, leucemias secundárias, leucemias associadas a translocação (tipo de mutação cromossômica na qual ocorre a relocação de um fragmento de cromossomo em outra posição no genoma) e o cromossomo de Filadélfia (Ph).
As síndromes mielodisplásicas constituem um grupo de distúrbios sangüíneos clonais, isto é, que têm o mesmo patrimônio genético.
Ainda não há nenhum tratamento específico para a leucemia bifenotípica, mas a maioria dos oncologistas utiliza um protocolo híbrido para leucemia mielóide na indução e linfóide na manutenção com o intuito de destruir a maioria dos clones malignos.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Requisitos para ser um doader de plaquetas!
Requisitos para a doação de plaquetas
1) Boas condições de saúde
2) Idade: entre 18 e 60 anos
3) Peso mínimo 50kg
4) Evitar alimentação gordurosa e bebida alcoólica, pelo menos até 12h
antes da doação. Não é necessário jejum
5) Sono: no mínimo 6 horas antes da doação
6) Apresentar RG ou documento equivalente
7) Medicamentos: evitar uso de antiinflamatórios (ácido acetil salicílico,
diclofenaco)
8) Disponibilidade de horário na data da doação e telefone para contato
9) Contagem de plaquetas antes de a doação ser efetuada.
10) Doador AB0 compatível
1) Boas condições de saúde
2) Idade: entre 18 e 60 anos
3) Peso mínimo 50kg
4) Evitar alimentação gordurosa e bebida alcoólica, pelo menos até 12h
antes da doação. Não é necessário jejum
5) Sono: no mínimo 6 horas antes da doação
6) Apresentar RG ou documento equivalente
7) Medicamentos: evitar uso de antiinflamatórios (ácido acetil salicílico,
diclofenaco)
8) Disponibilidade de horário na data da doação e telefone para contato
9) Contagem de plaquetas antes de a doação ser efetuada.
10) Doador AB0 compatível
Doação de Plaquetas!
Doação de plaquetas
O sangue é responsável pelo transporte de substâncias vitais para todos os
órgãos do corpo. O mais importante é o oxigênio, carregado pela hemoglobina.
O sangue é composto de plasma, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e
plaquetas.
A função das plaquetas
As plaquetas são componentes do sangue fabricados pela medula óssea
responsáveis pela coagulação, ou seja, têm como principal função coibir os
sangramentos. O paciente que não produz plaquetas devido a uma doença da
medula óssea, ou ao uso de medicações que inibam sua produção, ou
desenvolvam alguma doença em que o funcionamento das plaquetas é precário
corre risco de hemorragia, que pode levar à morte se não for feita uma
transfusão plaquetária.
A plaquetopenia é o resultado de uma produção ineficaz de plaquetas, que
pode ser conseqüência do tratamento quimioterápico ou do transplante de
medula óssea. Por não possuírem plaquetas, esses pacientes podem apresentar
sérios sangramentos e, por isso, precisam receber transfusões freqüentes de
plaquetas até que o organismo se recupere do tratamento e passe a produzir
suas próprias células coagulantes.
A doação de plaquetas
Há duas formas de coleta de plaquetas: a coleta habitual e a coleta por
aférese.
Na coleta habitual, é retirada uma quantidade padrão de sangue: cerca de
450ml. Após a coleta, a bolsa de sangue é encaminhada para o fracionamento,
onde é separada em 4 componentes: concentrado de hemácias, plasma, plaquetas
e crioprecipitado (fatores de coagulação). As plaquetas são armazenadas a
uma temperatura de 20 a 24 °C, sob agitação constante por 3 a 5 dias.
A aférese (palavra grega que significa separação) é o processo que permite
separar plaquetas do sangue. Através dele o sangue retirado da veia de um
braço passa por um equipamento especial que retém cuidadosamente parte das
plaquetas para ser devolvido, em seguida, à veia do mesmo braço. O doador
senta em uma cadeira ao lado de um aparelho de separação de sangue. Após a
introdução da agulha, seu sangue começa a passar, por meio de um tubo
plástico, para a máquina, que separa seus componentes por centrifugação e
coleta só as plaquetas. Durante a aférese, passam por esse circuito de 4.000
a 5.000ml de sangue, ou seja, mais da metade do total de sangue do corpo.
Cerca de 30 mil plaquetas são coletadas nesse processo. Ao mesmo tempo, o
sangue que sobra, glóbulos vermelhos e plasma, retorna ao corpo do doador. O
processo leva, em média, de 1 a 2 horas.
O concentrado de plaquetas coletado pode ser mantido em estoque, no máximo,
por cinco dias. Embora a medula óssea do doador faça a reposição das
plaquetas em 72 horas, o agendamento para a doação de plaquetas de uma mesma
acontece com um intervalo de duas semanas. A doação de plaquetas por
aférese é segura, não oferece risco ao doador, pois todo o material é
estéril, individualizado e descartável. Os efeitos adversos são raros e,
quando ocorrem, são reportados como sensação de "friagem", tremor,
hipotensão ou ansiedade.
A vantagem da aférese é que o volume coletado por esse processo é maior,
beneficiando um maior número de receptores e tornando a procura por doadores
menos exaustiva aos bancos de sangue.
O sangue é responsável pelo transporte de substâncias vitais para todos os
órgãos do corpo. O mais importante é o oxigênio, carregado pela hemoglobina.
O sangue é composto de plasma, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e
plaquetas.
A função das plaquetas
As plaquetas são componentes do sangue fabricados pela medula óssea
responsáveis pela coagulação, ou seja, têm como principal função coibir os
sangramentos. O paciente que não produz plaquetas devido a uma doença da
medula óssea, ou ao uso de medicações que inibam sua produção, ou
desenvolvam alguma doença em que o funcionamento das plaquetas é precário
corre risco de hemorragia, que pode levar à morte se não for feita uma
transfusão plaquetária.
A plaquetopenia é o resultado de uma produção ineficaz de plaquetas, que
pode ser conseqüência do tratamento quimioterápico ou do transplante de
medula óssea. Por não possuírem plaquetas, esses pacientes podem apresentar
sérios sangramentos e, por isso, precisam receber transfusões freqüentes de
plaquetas até que o organismo se recupere do tratamento e passe a produzir
suas próprias células coagulantes.
A doação de plaquetas
Há duas formas de coleta de plaquetas: a coleta habitual e a coleta por
aférese.
Na coleta habitual, é retirada uma quantidade padrão de sangue: cerca de
450ml. Após a coleta, a bolsa de sangue é encaminhada para o fracionamento,
onde é separada em 4 componentes: concentrado de hemácias, plasma, plaquetas
e crioprecipitado (fatores de coagulação). As plaquetas são armazenadas a
uma temperatura de 20 a 24 °C, sob agitação constante por 3 a 5 dias.
A aférese (palavra grega que significa separação) é o processo que permite
separar plaquetas do sangue. Através dele o sangue retirado da veia de um
braço passa por um equipamento especial que retém cuidadosamente parte das
plaquetas para ser devolvido, em seguida, à veia do mesmo braço. O doador
senta em uma cadeira ao lado de um aparelho de separação de sangue. Após a
introdução da agulha, seu sangue começa a passar, por meio de um tubo
plástico, para a máquina, que separa seus componentes por centrifugação e
coleta só as plaquetas. Durante a aférese, passam por esse circuito de 4.000
a 5.000ml de sangue, ou seja, mais da metade do total de sangue do corpo.
Cerca de 30 mil plaquetas são coletadas nesse processo. Ao mesmo tempo, o
sangue que sobra, glóbulos vermelhos e plasma, retorna ao corpo do doador. O
processo leva, em média, de 1 a 2 horas.
O concentrado de plaquetas coletado pode ser mantido em estoque, no máximo,
por cinco dias. Embora a medula óssea do doador faça a reposição das
plaquetas em 72 horas, o agendamento para a doação de plaquetas de uma mesma
acontece com um intervalo de duas semanas. A doação de plaquetas por
aférese é segura, não oferece risco ao doador, pois todo o material é
estéril, individualizado e descartável. Os efeitos adversos são raros e,
quando ocorrem, são reportados como sensação de "friagem", tremor,
hipotensão ou ansiedade.
A vantagem da aférese é que o volume coletado por esse processo é maior,
beneficiando um maior número de receptores e tornando a procura por doadores
menos exaustiva aos bancos de sangue.
Um pouco do sofrimento quando se tem Leucemia.
Após a cirurgia, fui para a máquina para a tal retirada, que durou quatro horas. Meu sangue passou por esta máquina quatro vezes. Conseguimos um saquinho de células-tronco, o que foi muito bom, acima do esperado. Fiquei mais alguns dias no hospital de para não voltar a infecção. Logo após, obtive com sucesso a tão esperada alta.
Obs.Esse e um dos momento que passamos quando fomos diagnosticados com Leucemia, esse rapaz hoje e formado e obteve a cura.
Espero que eu consiga tb.
Preciso com urgencioa de doadores de sangue e plaquetas.
Obs.Esse e um dos momento que passamos quando fomos diagnosticados com Leucemia, esse rapaz hoje e formado e obteve a cura.
Espero que eu consiga tb.
Preciso com urgencioa de doadores de sangue e plaquetas.
continuação depoimentos Abrale
Na chegada, fui recebido pelo meu pai e fui levado para sua casa para repousar um pouco, enquanto minha mãe e minha tia foram para a casa do Tio Antonio e da Tia Antonieta. Almocei e fui ao hospital conhecer a minha médica, a dra. Katiana. Sem fantasias, ela nos atendeu com um ríspido oi, mandou o pedido de internação e mandou que fosse feita uma biópsia do ilíaco. Logicamente, eu, aos prantos no colo da minha tia Lu, comecei a me acalmar. Finalmente, após alguns minutos, fomos para o quarto, onde fui instruído sobre o básico e necessário da minha doença (LMA M3) e sobre a única coisa que interessava: tinha cura.
Catéter
No meu “quarto”, entrou uma enfermeira simpática, a Arlete, que logo colocou um cateter de Gelco e me ministrou um remédio em forma de amendoim, o Atra. E foi assim que começou. Depois, fiz a biópsia. E o tempo ia passando. As pessoas vinham me visitar, me dar força.
Fazia exames de sangue periodicamente e ia passear. Foi um mês que passou rapidamente e logo tive que ir a uma consulta com o meu médico mais simpático, um amor de pessoa, o dr. Ricardo Pasquini. E nesta consulta, ele foi um doce. Vocês precisam ver a simpatia, humildade e humanidade de tal ser. Sem rodeios, foi decidido que eu começaria a quimio no dia 18.
Infecção
E com a queda das células, foi-se o meu cabelo também e eu peguei uma infecção, uma das graves, um tal de Acinecto bacter balmae. Fiquei quatro dias de cama, sem comer nada e com uma dor terrível. Após toda essa confusão de infecção, meus médicos insistiram para que eu colocasse outro catéter, sendo que aquele tinha sido retirado para a redução de foco de infecção. Eu iria colocar um tal de Quinton (acho que é assim que se escreve), que serviria posteriormente para a coleta de células-tronco. Fui para o famoso CC e desta vez foi muito mais legal, pois conheci meu anestesista preferido para sempre, o dr. Alencar. Ficamos um tempão conversando, muito gente fina ele, que me ajudou a afastar o estresse.
Catéter
No meu “quarto”, entrou uma enfermeira simpática, a Arlete, que logo colocou um cateter de Gelco e me ministrou um remédio em forma de amendoim, o Atra. E foi assim que começou. Depois, fiz a biópsia. E o tempo ia passando. As pessoas vinham me visitar, me dar força.
Fazia exames de sangue periodicamente e ia passear. Foi um mês que passou rapidamente e logo tive que ir a uma consulta com o meu médico mais simpático, um amor de pessoa, o dr. Ricardo Pasquini. E nesta consulta, ele foi um doce. Vocês precisam ver a simpatia, humildade e humanidade de tal ser. Sem rodeios, foi decidido que eu começaria a quimio no dia 18.
Infecção
E com a queda das células, foi-se o meu cabelo também e eu peguei uma infecção, uma das graves, um tal de Acinecto bacter balmae. Fiquei quatro dias de cama, sem comer nada e com uma dor terrível. Após toda essa confusão de infecção, meus médicos insistiram para que eu colocasse outro catéter, sendo que aquele tinha sido retirado para a redução de foco de infecção. Eu iria colocar um tal de Quinton (acho que é assim que se escreve), que serviria posteriormente para a coleta de células-tronco. Fui para o famoso CC e desta vez foi muito mais legal, pois conheci meu anestesista preferido para sempre, o dr. Alencar. Ficamos um tempão conversando, muito gente fina ele, que me ajudou a afastar o estresse.
Assinar:
Postagens (Atom)
